“porque ficar ou partir
nunca é de graça”.
nunca é de graça”.
E que o corpo já não pese mais
tome seu próprio existir e se faça valer disso
Que o peito não se encolha, e que o deitar seja mais leve
Não tenhas como medir se consegues ver o fim,
De tanto finito os quatro cantos de todas as casas já estão cheias
Como se não alcançasse mas com mãos que sempre buscam o alto
Seja como veludo que tanto procuramos passando pelo mais rude dos sentir
Não sejamos tão desesperados por aquilo que nunca há de se implorar
Imploremos então para que o corpo não pese
O deitar não pese, o amor … ó peso que não se converte, pesa para nos lembrar.
Faça-nos esquecer.
(Source: capitalism-kills, via cidadanize-se)
(Source: prospectmagazine.co.uk, via observando)
(Source: shelbybells, via woodyalien)